Análise: High School DxD BorN - Ep. 06


Antes tarde do que mais tarde, não acham?!

As férias acabaram e o começo do novo semestre traz Issei de volta ao seu conturbado cotidiano escolar. Uma nova colega de classe é apresentada. A já conhecida Shidou Irina. Ela se apresenta oficialmente como aluna da Academia Kuou e lembra a todos que agora é um anjo reencarnado, fazendo parte dos Brave Saints e agora sendo o Ás de Michael. Com isso, as três grandes facções possuem representantes junto à Academia.

Em uma breve caminhada com Asia, Issei comenta que agora haverão dois novos convidados em sua casa, que acabam por serem Irina, e Rossweisse, que acabou sendo deixada para trás por Odin. Em uma pequena parada, Issei se lembra da proximidade do festival esportivo e em um “tropeço” de Asia, eles acabam por reencontrar Diodora Astaroth. Diodora revela que ele foi o demônio que há diversos anos foi salvo pela Sacred Gear de Asia e a propõe em casamento.

Já na residência dos Hyoudou, Issei e Asia contam o ocorrido para Rias, que pede para que deixem o assunto de lado. Uma festa de boas vindas é feita para Irina, onde Azazel demonstra seu agradecimento pelas atuais conquistas do grupo. Como se isso não bastasse, em um vídeo, ele demonstra a popularidade de Issei no Submundo, onde ele começa a ser chamado de Chichiryuutei e Oppai Dragon.

No dia seguinte, a turma de Issei começa a se preparar para o festival esportivo, enquanto Issei se lembra de como a nova imagem que o Sekiryuutei tem recebido afeta Ddraig mentalmente. Em uma pegadinha de Kiryuu, Issei acaba fazendo par com Asia para a corrida de três pernas.

Os treinos começam pela parte da tarde, onde uma conversa cavalheiresca sobre a velocidade certa de uma corrida é tecida. Issei e Asia começa o seu desengonçado treinamento, que com calma, passa a dar certo.

Pela noite, Issei tem um sonho onde Asia se casa e vai embora, e ao acordar, Asia o conforta. Rias apresenta as diversas cartas e propostas que Asia tem recebido de Diodora, e ao final, ela fica preocupada com o apego de Issei.

Na escola, Issei e Asia treinam para a competição e na hora de guardarem os materiais em uma sala, são trancados por Xenovia, que explica o que ela descobriu que acontece com garotas de sua idade.

Mais tarde, na sala do clube, Rias explica a todos que um torneio está previsto e neste Rating Game, o primeiro adversário será Diodora Astaroth.




Considerações Finais:

Finalmente posso falar com orgulho que começou a temporada de High School DxD BorN... Pelo menos a segunda parte.

Cada um tem sua opinião, isso é fato, mas definitivamente a minha começa a ganhar algum amor. Ler a light novel deixa você ansioso por ver aquilo que você tanto imaginou. Ver algumas coisas diferentes faz parte do processo imaginativo e criativo que você desenvolve quando lê, mas ver diversas coisas é meio que broxante.
Em resumo, consideraria o episódio fiel. Algumas coisas não são relativamente impactantes, ou então não possuem uma forma exata de serem colocadas agora devido as mudanças já ocorridas na obra, mas mesmo assim, cumpre o seu papel.

Por exemplo, alguns reclamam da Kiryuu não comentar que o Issei ficou mais másculo. Bom, ele nem ficou! Como a animação de DxD já possui inúmeras falhas nos personagens, não me admira em nada a falta desse “trato”. No fim, o Issei treinado é o Issei de sempre. Logo, a Kiryuu não tinha nada de diferente para ver. Nem eu vi e nem senti falta. Quero oppais!

A apresentação da Irina ali não tem como ser mais impactante. Basicamente porque ela já não deveria estar aparecendo no decorrer da segunda temporada e nem no início dessa. Se não bastasse, ela já deu o “spoiler” no meio da luta sobre agora ser um anjo, então, é o de menos. A aparição dela no decorrer até aqui fez bem para a personagem, pois ela é carismática e a voz da “dubladora” não é ruim. Acabou sendo uma ótima adição até agora e uma das modificações que mais aprovo. A Koneko, finalmente descansada, agora está no colo do Issei e isso me deixa feliz. Sim, eu já deixei explicado que gosto da Koneko (não, não sou lolicon), então preciso que ela seja tratada com respeito! Oo

Como foi feito uma mistura total até agora, a Rossweisse ficou largada na casa do Issei, sem ainda fazer parte do time. Eu gosto da ideia e não vejo nada de errado, pois provavelmente ainda veremos o Odin no decorrer dos episódios. A aparição do Diodora foi incômoda como a da light novel, mesmo não sendo no mesmo lugar, o que não muda em nada. No fim, acho o sorriso dele no animê mais deprimente do que “sorridente”, mas fazer o que...

Um dos pontos ápices do episódio foi a apresentação do “Chichiryuutei”. Bem... Como posso dizer... Alguém contrate o paparazzi que paira por DxD, pois ele realmente grava cenas que ninguém imaginaria. É mais uma das falhas cósmicas de DxD, onde mandam um foda-se para a lógica. Sim, eu entendo que animês são animês e segundo as pessoas, não precisam seguir a lógica. Desculpe, mas essa desculpa é pior do que soltar um: “Você é bobo, não gosto de você.”. Enfim, poderiam ter usado a apresentação do Chichiryuutei e só depois dar fim a história da Akeno, assim, teria um pouco mais de “apelo” na conversa toda entre Akeno e Barakiel, como comentei na outra análise. Por fim, vamos ver como continuam as aventuras do Chichiryuutei, também conhecido como Oppai Dragon, no restante da temporada.
PS.: A expressão da Rias é impagável. Definitivamente!

O choro do Ddraig, apesar de ser bem ruim, realmente era algo que eu queria muito ouvir pelo “dublador”. Realmente os “dazo” me fizeram rir muito.
Algumas pessoas tem reclamado pela internet a fora a falta das marcas do Vritra no Saji... Bem... Como posso falar... Não teria nem como elas estarem ali..... Infelizmente. Mas, acredito que o personagem apareceu de forma imprópria, pois criou uma cena sem graça e deslocada. Talvez quem sabe, já que mudaram a forma como o Vritra começa a ser “montado”, poderiam ter colocado o efeito por causa disso. Teria feito muito mais sentido a aparição desconexa dele ali.
A cena entre a Asia e o Issei foi definitivamente muito fofa e divertida. Não sou muito fã da Asia, pois ela consegue ser a maior “pedra” no sapato de todo e qualquer “ato” na história, mas realmente foi uma cena muito boa de assistir.
A cena do casamento em sonho e o momento na cama pelo menos mantiveram o ar de importância que a light novel dá para a relação dos dois. Por sinal, a Koneko está demais nesse episódio. Vai Koneko! Nya! >.<

Agora, o ápice real do episódio é a Xenovia... O que eu falo dessa cena?! Fico profundamente emocionado por, apesar de terem mudado um pouco, não matarem o ecchi bom de DxD. Certos momentos ecchi são desnecessários e bem fracos, ao ponto de forçados. Tá certo, a Xenovia em si é louca o suficiente, ao ponto de isso ser forçado, mas a personalidade viajada dela é o ponto forte. Sem palavras! Sem palavras! (Olhando a cena mais uma vez... outra... outra... outra... outra... Lembrei que tenho que continuar a análise.)

Pelo menos deram um motivo para não ter havido uma partida no Submundo (o ataque do Loki) e assim criaram o gancho para o Sairaorg, e terminaram por finalizar com o anúncio da partida do Diodora... Bem, não há o que fazer e até mesmo eu entendo que não adianta chorar pelo leite derramado. Sona, passado. Próximo!

No fim, só posso caracterizar o episódio como ótimo em história. Siga a light novel e pare de viajar, é o que peço. Alguns gostam das mudanças em relação a light novel, mas mudar demais causa buracos na história que depois geram mais buracos para serem consertados e que no fim, ficam sem uma explicação. Adicionar elementos é algo interessante e dá um ar novo ao trabalho, e é isso que espero desse restante da história. Como primeiro episódio do novo “arco”, estou satisfeito no fator história.

O episódio possui disparidade do começo ao fim no design dos personagens, com falhas em proporções de corpo, olhos e um traçado extremamente estranho em alguns momentos. Não que isso não costume acontecer com DxD, mas alguém definitivamente perdeu o prumo nesse episódio. Se eu fosse pontuar a favor, diria que a apresentação enérgica da Irina e a cara de espanto da Rias ao conhecer o “Chichiryuutei” são as partes mais bem feitas do episódio. Pelo menos, não tivemos tantos problemas com cores como no episódio passado e alguém estava animado na hora de fazer as expressões dos personagens.

Algumas pessoas podem gostar, mas o áudio do background estava definitivamente exagerado nesse episódio. Como diversos temas foram abordados no episódio, a música mudou diversas vezes, sem uma grande ligação em cada uma e com um volume um tanto quanto incômodo.

No fim, acho... Só acho... Que algumas pessoas ficaram tristes por não ter havido uma mudança de abertura ou de encerramento, mas como já havia falado em outra análise, era algo que já estava previsto para não acontecer.

Notas:

História: 4.5/5
Animação: 3/5
Luta: N/D
Fanservice: 5/5

Nota Geral: 4.16/5



Espero que tenham gostado desta análise. Caso não tenham gostado, digam o que acreditam que deve melhorar que na medida do possível tento (mas não esperem muito de um amador como eu, pois somente fiz isto por pedidos).

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