Opiniões Temporada de Verão 2015


Resenhas? Aqui? Quê? De novo? Aff!  

Para lembrar, essas pequenas resenhas não abordam mangá ou light novel, e sim somente a obra "anime". Caso haja diferenças da obra base, não sei de nada, pois não é o foco dessas resenhas, sendo iguais as que fiz da temporada de "Inverno" e completamente diferentes das que fiz de DxD.


Lembrem-se que resenhas, análises ou chame como quiser, são expressões de opiniões, logo, cada um tem a sua. ^^


Overlord: “O anime não conta como ele foi parar lá”... Sinceramente, isto não é SAO, que ainda trás resquícios da vida real e por isso precisa de explicações adicionais. Pense em um anime de fantasia. Como um anime de fantasia, que no geral desrespeitam leis da física e todo outro tipo de lei, a explicação de como o personagem foi parar ali é a de menor importância. Apenas acompanhe o show. O roteiro é bem bolado, alinhavando cada um dos acontecimentos para mais a frente puxar uma ponta e apresentá-lo (a poção de HP dada em um episódio acaba virando um gancho em um episódio muito mais distante). Ou seja, os acontecimentos não são por acaso. O visual em um primeiro momento parece estranho, mas conforme a história anda, é habituável. Para quem gosta de elementos de RPG e habilidades de jogos, é perfeito.
Nota: 4.5/5


Okusama ga Seitokaichou: É divertido... sério! Mas me pergunto se sou santo em demasia. Caramba... Determinados momentos tenho até que me policiar para não deixar alguém entrar enquanto estou assistindo, pois é capaz de entenderem pela forma errada. Animação mediana para mim, mas bem agradável. O roteiro começa interessante nos primeiros episódios, mas conforme a temporada anda o anime parece perder o foco e simplesmente joga episódios aleatórios.
Nota: 3/5


Shimoneta: É minha surpresa da temporada. Imaginei como um anime no-sense, mas... não imaginei que seria o no-sense do século. Altas gargalhadas em um roteiro muito doido. Se você gosta de rir, aí está. Nos primeiros episódios é preciso um pouco mais de jogo de cintura para entender as piadas verbais, que por fim acabam mal traduzidas demais pelos fansubs, mas depois do episódio 5 o anime pareceu tentar focar mais visualmente nelas, deixando a diversão mais interessante. Tanto a OP quanto a ED do anime são extremamente divertidas e me pergunto por que a maioria dos fansubs não fez o karaokê, já que possuem piadas sujas também. Sentirei saudades de assistir semanalmente.
Nota: 4.5/5


Rokka no Yuusha: Era o anime que eu mais aguardava. O primeiro episódio me deixou tão, mas tão animado, que ao invés de eu ter que chegar ao episódio 4 para gostar, foi o contrário. Eu passei a desgostar da obra quando chegou nisso. O clima "Zetsuen no Tempest" (outro anime) sem Shakespeare é nojentamente proposto. A conversa desenfreada com o mínimo de ação e lógica beiram o idiota. No fim, metade do problema foi resolvido com uma teoria sem o menor indício dentro da obra (afinal, se tem um mistério para ser resolvido, pistas úteis deveriam ser dadas) e como o protagonista explica, “sorte”. Isso é o suficiente para fazer com que eu não indique a obra, pois no fim, a temporada inteira serve para um grande NADA. Deprimente e lamentável para mim. E para as vendas, que duvido que deixem o anime em um patamar de sonhar com uma próxima temporada, que seria necessária para talvez acontecer algo útil.
Nota: 1/5


Charlotte: Mais uma obra Key. Acredito que isso já resuma grande parte da brincadeira para quem é mais ligado nessa história de quem cria, quem produz, quem faz isso, quem faz aquilo. Confesso que para mim, uma pessoa que já viu as obras Key, o primeiro episódio não me deixou muito animado, pois pra mim faltou o elemento novidade. Todas as obras da Key tem o mesmo clima no início, e acho que isso foi um pouco o que me incomodou. A partir do segundo episódio melhorou, mas a partir do episódio 6 e 7 a história pareceu meio fora de sincronia, já que ela estava desenvolvendo bem e fica perdida nesse ponto. As cenas desses episódios deveriam emocionar, mas são a parte mais sem graça de todo o anime. Depois, a história volta a ser contada com coerência, mas começa a engrenar em episódios que tentam espremer todo o conteúdo dentro de si próprio. Isso se torna meio incômodo para o meu gosto, que fico olhando o episódio e pensando: “Poderiam ter gastado menos tempo em besteiras antes.”. No fim, o anime é um slice of life sendo um slice of life. Como assim? Não possuí uma real comédia, romance, drama, nem mais nada. É só um slice of life contando a história de um garoto que tem poderes e descobre que não é o único. Aconselho a obra, mas não colocaria como prioridade para assisti-la, já que não será uma obra que vou lembrar pelo resto da minha vida.
Nota: 4/5


Prison School: Esse é um dos animes que mais me divide na temporada. Enquanto eu gosto de algumas piadas e momentos que são ambos cômicos e forçados, eu também não consigo gostar do clima forçado que o anime propõe. Certas apresentações são pesadas, e mesmo assim, temos censura... Vai entender. Se eu fosse resumir, eu diria que o anime é para quem tem vontade. Se você vê-lo sem vontade, não vai aguentar passar dos primeiros episódios e sua violência sem sentido ao tentar fazer cenas se tornarem engraçadas. Se passar disso, vai notar que o anime é uma grande máquina de episódios, onde você vai querer ver um após o outro, mas que no abrir o novo episódio você irá parar e refletir: “Por que diabos eu estou assistindo essa droga?”. Sim, é quase uma droga. Lhe dá vontade de usar, mas ao mesmo tempo não trás nada de bom. Principalmente quando você parar para analisar as falhas de roteiro que o anime passa, já que os personagens são meio surdos em 90% dos momentos e não ouvem o que acontece a 10cm deles. Além disso, alguns acontecimentos foram muito previsíveis, dando na cara o que aconteceria. Por outro lado, sou sincero ao dizer que não previa a resolução do problema final como foi feita (e olha que gosto de teorizar como os fatos vão ocorrer). Ponto para a obra!
A música durante a queda de braço que ocorre é a melhor coisa do anime inteiro. Aliás, erro meu, o torneiro de queda de braço inteiro é a melhor parte!
PS.: A solução mais sábia é dar uma toalha para a Vice-presidente.
Nota: 3.5/5



Aviso: God Eater e Gate não terminam nessa temporada, então não vou citá-los.

Menções de animes que larguei sem piedade:

Chaos Dragon: Olhei até o 3º. Imaginava uma obra, mas recebi um protagonista criança, sem a menor noção do que é a vida no mundo dele e pior, que foi enfiado em tudo isso por conta de uma espada que não deveria nem ter levado. Não conseguiu me cativar, mesmo eu achando que seria interessante pelo PV.
Monster Musume: Assisti 2 episódios e assim, não há nada de errado com a obra até ali, mas não me chamou a atenção.
Aoharu x Kikanjuu: Tentei, juro. Assisti o primeiro e o segundo episódio. Foi o suficiente para eu dropar. Motivo? A forma meio estúpida de apresentar um Airsoft. Não, realmente não foi nem o fato da personagem ser confundida com um homem, acredite.
Dragon Ball Super: Nunca fui um enorme fã de DBZ para esperar ansioso por isso e nem vi o primeiro episódio, por já imaginar que ia seguir a linha enjoativa de DBZ. Não demorou muito para ver as imagens de um episódio bizarro pela internet. Acho que DBZ cavou a si mesmo, tentando criar algo mesmo sabendo como é a fama de GT.
Gangsta: Não faz meu estilo. Nem em desenho, nem em estilo de enredo. Foi o suficiente para eu tentar olhar o primeiro episódio e não gostar. Gosto é gosto, acontece.
Kuusen Madoushi: Assisti somente o primeiro episódio e dropei. Acredito que eu não estava com muita paciência para ver um anime neste estilo nessa temporada. Ainda estou com ressaca pós 3ª temporada de DxD. Talvez tenha sido isso, mas achei o primeiro episódio estúpido, só isso.



OP DA TEMPORADA!

Pra mim, definitivamente "God Eater" com "Feed A" se sai como a melhor. OLDCodex vem com seu vocal trash em uma baladinha, fazendo bom uso de rolos na bateria e uma guitarra mais estridente. O refrão parte para uma guitarra mais
melódica e bom... Ainda temos o baixo, apesar de meio apagado (uma pena).
Tudo isso dá um clima completamente diferente quando junto das cenas do anime, que vão desde a "caminhada" (não só em passos, mas em evolução. Vejam como ele vai ganhando equipamento...) do personagem, até as lutas no refrão.